

Trajetória
Eu não cheguei à Neuropsicopedagogia por acaso.
Há 17 anos atuo como Assistente Social acompanhando famílias atípicas. Ao longo desse caminho, aprendi que compreender uma pessoa é sempre o primeiro passo para ajudá-la. Ao me tornar mãe atípica, esse aprendizado se tornou experiência vivida e aprofundou meu olhar sobre a neurodivergência.
Mais tarde, recebi meu diagnóstico tardio e, como tantas mulheres, precisei revisitar o passado e reconstruir a forma como eu me enxergava. Foi por encontro entre a minha trajetória profissional, a maternidade atípica e o diagnóstico tardio que escolhi a Neuropsicopedagogia. que nasceu o Traduzindo Mentes: um espaço dedicado a traduzir funcionamentos para que outras mulheres e famílias possam construir uma vida mais leve.


Traduzir é diferente de explicar
Explicar um diagnóstico é importante. Traduzir o que ele significa para a sua vida é outra coisa.
Traduzir é compreender por que determinadas situações te esgotam, por que algumas tarefas parecem impossíveis e por que estratégias que funcionam para outras pessoas, talvez, nunca tenham funcionado para você.
É dessa compreensão que nasce uma mudança que faz sentido.
Vanessa Bertoldo
NEUROPSICOPEDAGOGA CLÍNICA E INSTITUCIONAL
CBO 2394-40/ 2394-45
Traduzindo funcionamentos para uma vida com mais clareza
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Tradução cognitiva e autonomia
